O cheiro das curvas da cor daquilo que fica no prato.

Naquele cinza domingo eram 7h10 da manhã. Acordo….vou meneando a cabeça, como quem acorda baleado pelo sono, e me dirigindo vou ao local de onde sempre sai o aroma do café que preparo: a cozinha. “Aceita um pedacinho”… pergunta a moça, sem pensar no que estava me oferecendo. Eu disse: “não, não, agradecido”. “Nossa! – insiste ela mais um pouco – Come um pedacinho”. Ali, começara tudo novamente.

Nesse dia, o dia estava cheio e fervente. Era uma tarde, entre muitos afazeres e demandas, me chega num pires um pedaço de requeijão. “Quer que eu esquente? Daí, vai ficar bem molinho, gostoso até…, quer?”. Disse isso como que estava dizendo lá no fundo: “Ah! … se você soubesse o que vai acontecer depois de colocar isso na boca!”.  Continuar lendo

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Entre livros e pessoas

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 Na livraria de hoje são 17 horas. Senta-se ao meu lado o Pessoa. Isso, Fernando Pessoa. Veio trazendo o Livro do desassossego. Chegou e jogou o livro em cima de mim, e disse: “tá na hora de recomeçar!” “Tá preparado?”. Claro que não! Pensei rapidamente. Eu tinha acabado de ler texto da da Márcia Tiburi que se chama Era meu esse rosto, e eu estava tão concentrado, não esperava essa visita tão intempestiva.

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