O cheiro das curvas da cor daquilo que fica no prato.

Naquele cinza domingo eram 7h10 da manhã. Acordo….vou meneando a cabeça, como quem acorda baleado pelo sono, e me dirigindo vou ao local de onde sempre sai o aroma do café que preparo: a cozinha. “Aceita um pedacinho”… pergunta a moça, sem pensar no que estava me oferecendo. Eu disse: “não, não, agradecido”. “Nossa! – insiste ela mais um pouco – Come um pedacinho”. Ali, começara tudo novamente.

Nesse dia, o dia estava cheio e fervente. Era uma tarde, entre muitos afazeres e demandas, me chega num pires um pedaço de requeijão. “Quer que eu esquente? Daí, vai ficar bem molinho, gostoso até…, quer?”. Disse isso como que estava dizendo lá no fundo: “Ah! … se você soubesse o que vai acontecer depois de colocar isso na boca!”.  Continuar lendo

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